segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Melhor que o Titanic - Capítulo 2


Piscina, maior sol, navio em alto mar. Rê estava bem tranquila na sua espreguiçadeira enorme e confortável. Outros adolescentes estavam na piscina. Alguns mais novos e outros mais velhos.
E foi a irmã daquele menino tão bonito que Rê havia visto no deque que veio falar com sua mãe, se apresentou e levou a menina um pouco confusa para conhecer o resto do pessoal.
E novamente muitas coisas estavam a aguarda-la...
Corredores e mais corredores cobertos por muito brilho e riqueza passaram sem chamar a menor atenção, pois o que realmente era de seu interesse estava mais a frente com um grupo de adolescentes que gargalhavam sem parar.
O garoto tão fofo olhava para ela discreta e envergonhadamente em meio às piadas das garotas que vieram a ser grandes amigas de Rê.
A noite iria ser na boate,e Rê mal podia esperar.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Melhor que o Titanic - Capítulo 1


Embarcaram! Novas experiências aguardavam-na. Máquina fotográfica na mão, mochila nas costas, óculos de sol no rosto, e um sorriso de orelha a orelha mostrava o quão animada aquela garota se sentia.
Acomodaram-se depois de um tempo, e junto a família, a menina se deliciava com o primeiro almoço no navio. Haviam outros da sua idade, entre onze e dezesseis anos, que sentavam junto a suas famílias também. Alguns interessantes, outros comuns, mas nada que a aparência não enganasse muito bem.
O navio acabara de partir. A empolgação era tremenda. Todos correram para o deque do navio apreciar aquilo que era o inicio de suas férias. Em meio a tantas pessoas, Rê avista um garoto cujo estilo lhe interessa: boné xadrez aba reta, cabelo castanho, franjinha pro lado, tênis de skatista.
Hummmm...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Curtinhas:


As novas curtinhas são pequenos textos, que não são histórias, e não são pensamentos. São meu modo de desapafar as pequenas coisas do dia-a-dia. Sem um grande texto, sem filosofar. São curtinhas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Curtinhas: Cortinas vermelhas, palco do amor


Olho pela última vez o palco onde as cortinas já escondem todos, menos você. Vejo seu rosto sorrindo que logo é coberto por aquele indesejado pano vermelho, mas ainda vejo sua mão que resiste em ficar junto a platéia ao menos mais um segundo. Que acena para todos e aponta para mim, faz como se me mandasse um beijo e se recolhe para junto dos outros do elenco daquele lindo espetáculo de dança.
Desde então, penso em você todo dia, sonho com você toda noite, beijo você em meus sonhos. E meu coração bate forte.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Sol do fim de tarde


Praia, fim de tarde. Dia lindo, muito sol. A menina com seus quatro aninhos brincava no mar. Chutava a água observando calmamente o movimento de retorno ao mar das gotas que haviam voado com seu pé, e pulava as ondas que vinham no raso. Dedicava às ondas menores um pulo maior que o necessário, e às ondas maiores, um pulo maior ainda. Na falta de uma sequência de ondas, ela voltava a chutar a água, e ria com o movimento das gotas que dançavam no ar.
Passou a tarde, e a garotinha continuava a brincar no mar. E se aproximava o pôr do sol. A garotinha ria, sorria, pulava e chutava, e voltava a gargalhar.
O pôr do sol foi o ponto alto daquele dia que havia sido, até ali, muito bonito... O sol, refletido no mar como acontece com a lua durante a noite, dava a impressão de ser uma água dourada aquela em que a menina brincara toda tarde; seu formato redondo e majestoso dava às águas um lindo reflexo, e assim, toda a praia estava sorrindo.
Sorrindo pela bela imagem que seus olhos lhe mostravam e seu coração sentia. Sorrindo por estarem ali, naquele instante, vendo aquele pôr do sol daquela tarde. Haja o que houvesse, estavam todos sorrindo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Grande livro de contos


Apesar de ter tudo para dar certo, meu conto de fadas não teve um final feliz. Foi lido de trás para frente por alguém que não soube folhear corretamente as páginas do grande livro de contos da minha vida.
O príncipe encantado que fazia parte da maioria de minhas histórias abandonou-me no castelo e suspeito ter me trocado por outra que ele dizia ser mais bela ou mais atraente.
Chegou em nosso lar com um sorriso que me fez sentir a dor de um coração partido, do falso amor que ele me deu e que eu não queria mais em minha vida, nunca mais.O que meu coração não iria aceitar jamais daqui para frente era ver aquele olhar que em meus olhos foi tão desejado, olhando para a outra garota, que parada na frente dos grandes portões que protegiam minha casa falava para ele as palavras que toda noite, escondida do mundo, saiam da minha boca, fluentemente, como um discurso decorado. O que eu não sabia é que era só amor. O mesmo discurso de amor, que em todas as partes do mundo significam a mesma coisa, sempre, até o sempre acabar....
A partir daquela noite, a história de terror se iniciou, e o castelo já não tinha mais o brilho costumeiro. Minhas flores murchavam cada vez mais enquanto nossos desentendimentos e brigas se tornavam mais frequentes. Minha nossa! E agora, o que fazer? Eu que achava que a vida era perfeita... Aquele turbilhão de emoções que brotavam em meu peito pareciam como plantas carnívoras, que iam me corroendo de pouquinho em pouquinho, até mal restar meu espírito, e a alma que foi incondicionalmente capaz de amar, amar quem não amava, de expressar seus sentimentos por meio de palavras, que jamais puderam ser pronunciadas à quem não merecia ouvi-las.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Curtinhas: E é por isso que tenho saudades


Saudades do teu beijo que nunca experimentei, saudades dos teus grandes olhos cor de mel que por longos momentos eu olhei, saudades da sua dança, onde junto a você eu me encontrei. Saudades de você todinho, e saudades da tua amizade pela qual eu me apaixonei. E é por isso que tenho saudades, pois a nossa amizade eu estraguei com essa história de amor a qual eu nunca me entreguei.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Os Dois Lados da Moeda


Eu e você somos como uma moeda. Sempre unidos, mas nunca podendo ver um ao outro. Juntos, valemos muito, separados, não somos nada. Somos diferentes, mas nos completamos. Surgimos da mesma maneira no mesmo lugar. De algum modo somos irmãos. Mas também somos namorados. Somos únicos, mas muito comuns. Passamos pelas mesmas situações, mesmo que em diferentes momentos. Sempre defendemos e protegemos um ao outro. Assim como eu cuidei de você, você sempre esteve me protegendo daquilo que eu não podia ver. Já faz muito tempo que te conheço, e que te adoro do jeito que você é, mas nunca pude realmente ver o seu rosto.
Sei que sempre vou poder contar com você. Porque você é o meu oposto, e por isso sei que você me entende: porque somos lados diferentes, mas juntos somos uma mesma moeda.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Huuum


Sem idéias. Sem tempo. Nada acontece, nada se escreve. Sentada em frente ao computador, brigando com as letras do teclado, eu pensava e repensava o que iria por no blog............................. Nada. Ainda...

terça-feira, 28 de julho de 2009

A diferença é: Amizade animal

Muitos dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem; coisas tipo: se sente solitário, intediado e sem amigos? Passe já num petshop e compre seu mais leal companheiro! O pior de tudo são aqueles que não tem responsabilidade o suficiente para cuidar de si mesmo, muito menos de um filho. A solução: compra um cachorro! É a forma mais simples e completamente sem cabimento que eu já vi de encobrir a falta de responsabilidade daqueles que deveriam ser pais de gente. Trocarem uma amizade verdadeira ou o amor de um filho por um animal!!! Só o cachorro pode ser leal, o homem não! Argh, absurdooo!! Não sou contra cachorros, nem gatos, nem ratos, nem peixes e nem qualquer outro animal, mas dou preferência a família de humanos, não seres vivos apenas. E também não sou muito a favor, aliás. Sem a intenção de ofender aqueles que lêem meu blog e que tem animais, só a minha perspectiva de ver o mundo e tudo o que acontece dentro dele. Minha forma de mostrar o que sinto, o que penso e o que muitas vezes tenho vontade de falar... E sempre, SER DIFERENTE.