Todo mundo cresce. Cria uma personalidade própria. Luta por um espaço. Muda. Sempre. No fim todos querem liberdade. Eu quero liberdade. Afinal, estou crescendo. Estou mudando. Sou mais uma entre milhões. Mas sou livre. Alguém mais quer liberdade?
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A diferença é: Para quem quer perder a vida, e para aqueles que não querem
E qual é o objetivo?
Acordamos cedo, colocamos a roupa de todos os dias, penteamos o cabelo (ou não), escovamos os dentes, tomamos café da manhã, arrumamos a mala, escovamos outra vez os dentes, entramos no carro e seguimos o mesmo caminho de sempre. Chegamos, grande fila, descemos do carro e entramos. Mesma sala, mesmas pessoas, TUDO igual.
E eu pergunto. Para quê?
Nos formamos, entramos na faculdade, e conseguimos o diploma de uma profissão qualquer, e a rotina recomeça.
Acordamos cedo, colocamos a roupa de todos os dias, penteamos o cabelo (obrigatóriamente), ecovamos os dentes, tomamos café da manhã, arrumamos a mala, escovamos outra vez os dentes, entramos no carro e seguimos o mesmo caminho de sempre. Chegamos, grande fila, descemos do carro e entramos. Mesma sala, mesmas pessoas, TUDO igual.
Um dia a gente se aposenta, e passa o pouco do que nos restou da vida com mais rotinas, pois a idade já nos limita bastante.
E a gente vai morrer, isso é mais do que certo!
Gastamos o início da vida na escola, vamos trabalhar, e lá se vai a metade de nossa oportunidade de gerar emoções. E nos aposentamos apenas pelas limitações do corpo gasto, porque o que poderíamos aproveitar durante o período desperdiçado, estávamos presos a tarefas e obrigações banais, e agora que não temos mais o que fazer, não podemos.
Lá se foi a nossa insignificante vida, entupida de obrigações e com alguns dias muito felizes que podem ser contados nos dedos das mãos.
E ainda tem gente que diz ser feliz! Viver para ser feliz.
Não! Feliz para viver é o certo a se fazer.
terça-feira, 12 de maio de 2009
A diferença é: O que fazer da vida?
Eu tenho passado todos os meus dias me ocupando com coisas bobas. Organizar músicas de meu computador, apagar fotos inúteis, jogar videogame. Todas as coisas bobas são feitas repetidamente todas as tardes, sem a menor diferença, mas com o objetivo de encobrir aquilo que nada tem de bobo, ignorante: o que vou fazer agora?
terça-feira, 28 de abril de 2009
A diferença é: Garotos, escola e... Bom... GAROTOS!
Vocês já perceberam que, todos os meus textos falam sobre o cara, o cara, escola, e... GAROTOS? Será que apenas ele pode me fazer perder o fôlego a ponto de não sair de minha mente nem por um segundo?
Deve ser intediante ler meus textos, mas não encontro inspiração para nada além disso. Sem contar os curtos trechos de frases unidas em pequenos textos que falam sobre as diferenças e a irracionalidade do ser humano. Devia estar falando de festas, recreios, viagens, qualquer coisa que marcasse minha vida. Talvez o problema seja que não sou muito convidada para festas, meus recreios são sempre a mesma coisa, e já contei sobre eles à vocês em "O diário de muitas garotas", viagens? Pode esquecer! A última que fiz, visitei a minha avó, passei o dia lá, voltei a noite, nada de mais. Mesmo. Nada marca muito a vida hoje em dia, nada me afeta a ponto de me entristeces, mas acabo de perceber que não escrevo aquilo que é positivo. Sempre falando o negativo, talvez por ser isso que chama a atenção de quem lê, de quem vê, de quem ouve. Todos iguais, muito negativos. Eu vou ser diferente!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
A diferença é: A vida, monótona ou não
É o seguinte, o comum já me cansou, não aguento mais usar a mesma roupa todos os dias - o uniforme, no caso -, o mesmo cabelo bagunçado e sem solução existente, a mesma maquiagem sem cor e sem data de validade - que já deve ter vencido a anos, por isso não tem mais cor -, sempre os mesmos assuntos na escola, as mesmas pessoas no recreio - elas são legais, mas... -. A monotonia atingiu mais uma vítima inoscente. A monotonia me atingiu em cheio, e acho que foi tão forte que, aos poucos, vai encobrir e eu não terei mais controle sobre ela, o que fará de mim uma pessoa chata, assim como a monotonia... Que chatice!!!
Não entendo o porque das coisas serem de tal maneira, mas elas são, e pelo visto, não posso fazer muita coisa para mudá-las. Apesar disso, todo dia é diferente: as conversas tem a mesma base, mas a estrutura sempre varia, o uniforme nunca é o mesmo - de vez em quando eu uso um tipo de calça, e de vez em quando eu uso outro tipo -, meu cabelo é sempre bagunçado, mas ele se bagunça de formas diferentes a cada dia, a maquiagem estragada sempre é aplicada de forma que ela cobre diferentemente os espaços de meu rosto a cada dia. Se até a monotonia se cansa da mesma coisa, por quê o ser humano se cansa e ridiculariza do que se difere?
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