Todo mundo cresce. Cria uma personalidade própria. Luta por um espaço. Muda. Sempre. No fim todos querem liberdade. Eu quero liberdade. Afinal, estou crescendo. Estou mudando. Sou mais uma entre milhões. Mas sou livre. Alguém mais quer liberdade?
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sábado, 10 de julho de 2010
Curtinhas: Uma vida de histórias
Cada história é uma história. Cada amor é um amor. Cada um é cada um, e cada um faz sua história de amor.
Era uma vez uma história muito antiga: a nossa. História de muitas histórias e segredos que dividiamos. História de amor. Como tudo na vida tem um amor. História de algumas saudades. Saudades dessa história. Saudade de você, que junto a mim fez mais uma história.
Cabe a você, então, nomeá-la da maneira mais apropriada possível. História de amor, amizade, companheirismo, saudade. Uma história de dança,de muitas risadas, muitas alegrias. Ou melhor dizendo, uma história de vida, porque não existe vida sem muitas histórias.
A quanto tempo sonho
A muito tempo penso que podia ter sido diferente. A muito tempo quero poder mudar os resultados. A muito tempo quero te ver outra vez. A muito tempo tenho saudades.
Sinto falta de conversas, de risos, de sorrisos, da felicidade por te ter ao meu lado. Quero poder te ver mais que tudo, mas estou aprisionada sob minhas próprias regras, mesmo sem saber quais são elas. Sou estúpida, porque quero o que não posso ter. E não posso ter porque sou estúpida. Estúpida por não saber as consequências de minhas próprias atitudes. E por, uma vez sofridas as consequências, não saber lidar com estas, e, novamente, molhar meu teclado - que nada tem a ver com essas histórias - com as lágrimas de mais uma paixão frustrada. Tudo porque não soube dizer sim quando deveria, e por dizer sim quando não devia.
A quanto tempo sonho em desmanchar as leis de minha vida. E porque não o faço? Eu sou quem dito as regras no meu mundo, e eu sou quem proíbe que elas sejam mudadas.
A quanto tempo sonho com você. A quanto tempo sonho em te ter. A quanto tempo penso em te esquecer.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Sol do fim de tarde
Praia, fim de tarde. Dia lindo, muito sol. A menina com seus quatro aninhos brincava no mar. Chutava a água observando calmamente o movimento de retorno ao mar das gotas que haviam voado com seu pé, e pulava as ondas que vinham no raso. Dedicava às ondas menores um pulo maior que o necessário, e às ondas maiores, um pulo maior ainda. Na falta de uma sequência de ondas, ela voltava a chutar a água, e ria com o movimento das gotas que dançavam no ar.
Passou a tarde, e a garotinha continuava a brincar no mar. E se aproximava o pôr do sol. A garotinha ria, sorria, pulava e chutava, e voltava a gargalhar.
O pôr do sol foi o ponto alto daquele dia que havia sido, até ali, muito bonito... O sol, refletido no mar como acontece com a lua durante a noite, dava a impressão de ser uma água dourada aquela em que a menina brincara toda tarde; seu formato redondo e majestoso dava às águas um lindo reflexo, e assim, toda a praia estava sorrindo.
Sorrindo pela bela imagem que seus olhos lhe mostravam e seu coração sentia. Sorrindo por estarem ali, naquele instante, vendo aquele pôr do sol daquela tarde. Haja o que houvesse, estavam todos sorrindo.
Passou a tarde, e a garotinha continuava a brincar no mar. E se aproximava o pôr do sol. A garotinha ria, sorria, pulava e chutava, e voltava a gargalhar.
O pôr do sol foi o ponto alto daquele dia que havia sido, até ali, muito bonito... O sol, refletido no mar como acontece com a lua durante a noite, dava a impressão de ser uma água dourada aquela em que a menina brincara toda tarde; seu formato redondo e majestoso dava às águas um lindo reflexo, e assim, toda a praia estava sorrindo.
Sorrindo pela bela imagem que seus olhos lhe mostravam e seu coração sentia. Sorrindo por estarem ali, naquele instante, vendo aquele pôr do sol daquela tarde. Haja o que houvesse, estavam todos sorrindo.
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